Mochileiros América do Sul

Descobrindo a América do Sul.

35° dia – Uyuni (08/09)

Olá!!

Acordamos às 9h30, pois nesse dia o passeio sairia somente às 11h00. Por isso ficamos até tarde no bar. Às 11h00 Pedro passou para pegar Fê, Igor e eu, e irmos até o Cemitério de Trens, local no qual se encontram maquinários e trilhos de diversos trens. Ele nos explicou que esse “cemitério” existe desde 1969/70, quando os trens entraram em desuso.

Porém, antes de chegarmos ao local houve um pequeno incidente, 5 minutos depois que saímos do hotel o carro desligou e não ligava mais. Quase 1 hora depois, um outro motorista passou e descobriu que o problema era um fusível queimado. Ele trocou o fusível e seguimos para o Cemitério de Trens. Ficamos no local uns 15 minutos, pouco tempo para otimizar o tempo perdido com a falha do carro. O local é um ferro velho de máquinas ferroviárias. Discutimos por que aquilo havia se tornado um atrativo turístico, visto a situação em que se encontra. Não é um local muito interessante.

Seguimos então para um pequeno povoado que se encontra ao lado do Salar de Uyuni, o povoado de Colchani. Lá há um museu de sal (que estava fechado), alguns hotéis de sal e também uma feira na qual os locais vendem artesanatos feitos de sal. Demos uma volta pelo povoado e seguimos para o salar.

Um salar é como um deserto, porém ao invés de areia é constituído por sal. O Salar de Uyuni é o maior salar do mundo, são 12.000 km² compostos por camadas de até 8 metros de sal. É impossível ficar sem óculos de sol nesse salar, pois a claridade do sol refletida no sal gera uma luminosidade muito intensa. No salar, podemos tirar fotos engraçadas com objetos diversos, já que não há noção de profundidade. Turistas do mundo todo levam objetos e tiram fotos modificando o tamanho dos objetos e deles mesmos. Por exemplo, tiramos fotos em cima de cartas de baralho, de uma maçã e de um pequeno souvenir em formato de lhama. Dá um pouco de trabalho tirar essas fotos, mas o efeito final é muito bom.

Depois de algum tempo tirando fotos, entramos no carro e seguimos para a Isla Incahuasi, também conhecida como Isla Pescado. No total o Salar de Uyuni possui 24 ilhas, mas só uma delas e acessível (Isla Pescado). Hoje essa ilha não é mais cercada por água, somente por sal, mas um dia o Salar de Uyuni já foi uma lagoa. A ilha é famosa por seus enormes cactos, que podem atingir até 12 metros de altura. No local há também um mirante, a Praça 1° de Agosto e o Arco de Coral. Além de um restaurante, banheiro, uma pequena pensão e serviço de informações turísticas. A entrada a esta ilha custa B$30,00/US$5,00 (R$11,00) por pessoa.

Ao chegarmos nessa ilha fomos almoçar, às 14h30. O almoço foi servido em uma das muitas mesas de pedra que ficam na entrada da ilha. Comemos carne de lhama com quinoa e salada. Estava muito bom. Depois do almoço, fomos passear pela ilha, ficamos no local por uns 40 minutos. Saímos da Isla Pescado e seguimos para os hexágonos de sal, estranhas formações no sal que se assemelham a hexágonos. Ali tiramos mais algumas fotos com nossos pequenos objetos e continuamos o passeio.

Fomos até o hotel de sal Playa Blanca, que hoje não funciona mais como hotel, somente como museu. Para entrar neste museu deve-se consumir alguma coisa de uma pequena venda que se encontra dentro do hotel. Compramos um chocolate por B$12,00/US$2,00 (R$4,40). Há algumas peças feitas de sal, mas nada extraordinário.

Depois da visita ao museu voltamos para Uyuni, onde pegaríamos outro carro para voltar à San Pedro de Atacama. Chegamos ao hotel às 17h45 e Abraham estava nos esperando desde as 15h00. Ele disse que havíamos chegado muito tarde e que todos os carros com destino à San Pedro já haviam partido. Nós dissemos à ele que precisávamos ir para San Pedro pois já havíamos comprado nossas passagens de ônibus para Santiago, que sairia de lá às 19h00 do dia seguinte. Abraham nos disse que a única solução era que pegássemos um ônibus na madrugada do dia seguinte com destino a Calama, local no qual nosso ônibus passaria depois que saísse de San Pedro. Como não tínhamos outra opção aceitamos a sugestão dele e ele foi ao terminal para comprar nossas passagens de ônibus para Calama. Tudo por conta da agência, pois o atraso não tinha sido por nossa culpa.

Enquanto ele foi ao terminal rodoviário, aproveitamos para conhecer a Igreja de Uyuni e passamos no Extreme Fun Pub para ver a plaquinha com o nome e o tempo do Felipe, que só é colocada no dia seguinte ao que se bebe o drink.

Às 19h00 nos despedimos de Igor, pois ele partiria para La Paz e nós continuaríamos em Uyuni. Voltamos para o hotel, no qual ficaríamos mais uma noite. Tomamos banho e às 20h00, o Victor, recepcionista, nos levou até o restaurante onde jantamos, o Pollo Crokan. Comemos frango com arroz e fritas. Voltamos para o hotel e às 21h30 fomos dormir.

Beijos!

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33° dia – Chile / Bolívia (06/09)

Hola!!

Acordamos às 6h00 para arrumarmos nossas coisas e tomarmos banho antes de sairmos para o tour ao Salar de Uyuni. Tomamos banho de manhã pois fomos informados que na 1ª noite não teríamos acesso à água quente. Chegamos em frente a agência de turismo Colque Tours, local de onde o tour teria início, às 7h15. Lá encontramos com Igor, brasileiro que também faria o mesmo tour que nós. A única diferença é que ele ficaria em Uyuni no final do passeio e nós voltaríamos para San Pedro. Como o transporte estava atrasado e não tínhamos tomado café da manhã, fomos até uma padaria e compramos pão, presunto, queijo e achocolatado de caixinha. Não sabíamos que o café da manhã deste dia também estava incluso no pacote. Às 8h00 um ônibus passou para nos pegar e seguimos para registrar nossa saída do Chile, não havia ninguém na nossa frente e esse processo não durou mais que 5 minutos. Dentro do ônibus havia uma senhora que realizava o serviço de câmbio. A moeda na Bolívia é o boliviano e precisávamos trocar alguma coisa porque as entradas nos atrativos não estavam incluídas no pacote. A taxa de câmbio dela era de US$1,00 = B$6,00. A agência recomenda que se troque B$180,00/US$30,00 por pessoa para pagar a entrada nos atrativos.  Fomos até um restaurante onde nos serviram o café, claro que comemos novamente. Haha! Às 9h15 estávamos na fronteira Chile/Bolívia registrando nossa entrada na Bolívia.

Seguimos mais uns 5 minutos com o ônibus e paramos para trocá-lo por um Land Cruiser – 4×4 da Toyota. Normalmente os grupos são formados por 6 pessoas mais o motorista. No momento de entrarmos no carro fomos informados de que os outros 3 integrantes do nosso grupo não estariam presentes por motivos de saúde. Seguimos então só nós 3: Felipe, Igor e eu. O motorista também serve de guia neste passeio, não propriamente como um guia de turismo faz, mas ele possui algum conhecimento sobre os locais a serem visitados, o nome do nosso motorista/guia era Pedro. No local onde trocamos de transporte está a entrada da Reserva Nacional de Fauna Andina Eduardo Avaroa. Na qual o valor da entrada é de B$150,00/US$25,00 (R$55,00) por pessoa. O fuso horário na Bolívia é de uma hora a menos que no Chile, ou seja, chegamos às 9h30 na fronteira e atrasamos nosso relógio para às 8h30. Neste ponto está também a Laguna Blanca, primeiro atrativo do passeio. A lagoa se encontra a 4.400 metros acima do nível do mar e tem essa cor esbranquiçada devido ao mineral Morax, presente em suas águas.  Ficamos nessa lagoa cerca de 15 minutos e seguimos viagem até a Laguna Verde. Se formos ficar frisando a beleza do local, não falaremos outra coisa e nos tornaremos muito repetitivos. Deixaremos as fotos falarem por si só. Tiramos algumas fotos na Laguna Verde e continuamos nosso passeio, ela possui esse nome pelas suas águas cor verde esmeralda. Atrás dessa lagoa podia se ver 2 vulcões chilenos, o Licancabur e o Rurique. Apesar do sol fazia muito frio e ventava muito, a média da temperatura era de 5°C.

Passamos por algumas Montanhas de Color, montanhas que em sua composição apresentam diversas cores, como bege, marrom e vermelho. Paramos para algumas fotos nas Rocas de Dalí, enormes pedras jogadas na areia cujo alguns nativos contam que Salvador Dalí se inspirava nessas pedras para fazer seus quadros. E dai vem o nome do local.

Por volta das 11h00 chegamos às Termas de Chalviri, pequena piscina de águas termais que se encontra no pé da Montanha Polques. A água desta piscina é transparente, ao contrário das termas de Baños (Equador) e chega até 35°C. Atrás da piscina encontra-se uma lagoa na qual estavam alguns flamingos. Ficamos nessa piscina por 30 minutos. Ao sair achamos que a diferença de temperatura fosse nos fazer sentir muito frio, mas foi bem tranquila a saída da piscina. Seguimos para o Geiser Sol de Mañana, local onde se concentram gêiseres, gases quentes que brotam do solo expelindo fumaça por crateras. As fumaças são compostas por enxofre e o cheiro é muito forte. Local muito diferente, parecia que estávamos em outro planeta. Neste momento estávamos no ponto mais alto de todo o passeio, a 5.000 metros acima do nível do mar.

Depois do Geiser seguimos para o alojamento onde dormiríamos, a Hospedagem Urutumcu. O local era bastante simples, rústico e composto por 6 quartos com 6 camas em cada um deles. O banheiro era coletivo. Chegamos às 14h30 e já nos serviram o almoço, que foi macarrão, atum, ervilha, tomate, cenoura, abacate e batata. Deste ponto não sairíamos até o dia seguinte. Não havia mais ninguém no alojamento além de nós 3 (Fê, Igor e eu). Esse alojamento se encontrava em um lugar maravilhoso, bem em frente à Laguna Colorada. Após o almoço tivemos tempo livre para caminhar pela lagoa e fomos até o Mirante Aguas Calientes. A cor da lagoa era de um tom avermelhado muito bonito, para aumentar sua beleza a lagoa estava repleta de flamingos. Ficamos caminhando pela lagoa até às 17h30 e depois voltamos para o alojamento. Ventava muito e fazia muito frio, por isso não saímos mais de lá. Às 18h15 o jantar foi servido, comemos sopa de quinoa e havia também macarrão à bolonhesa, mas o molho estava muito apimentado então nem comemos. Para acompanhar o jantar nos serviram também uma garrafa de vinho. Após o jantar ficamos conversando e tomando vodca com Coca-Cola, a bebida seria ideal para nos ajudar a ficarmos aquecidos durante a noite, pois a temperatura média era de -20°C. Às 22h00 fomos dormir.

Beijoos!

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30º e 31º dias – Peru / Chile / San Pedro de Atacama (03 e 04/09)

Oie!

Na segunda-feira, chegamos ao terminal rodoviário de Arequipa às 5h00 da manhã, o terminal estava lotado, havia muita gente, quase não tinha espaço para circular entre essa multidão. Foram 7 horas e 30 minutos de viagem de Puno à Arequipa. Havíamos sido informados que nesse terminal conseguiríamos passagens para Arica, no Chile. Mas não foi o que aconteceu, tivemos que comprar passagens para Tacna, ainda no Peru, e de lá conseguiríamos atravessar para o Chile. Se soubéssemos disso antes, teríamos ido direto de Puno para Tacna, o que nos custaria um pouco mais e a viagem teria duração aproximada de 10 horas. Mesmo assim economizaríamos bastante tempo. Enfim, compramos nossas passagens para Tacna na viação Andoriña Tours e pagamos s/25,00/R$24,30 cada um para o 1° piso. Porém nesse ônibus o 1° piso é igual ao 2°, a única diferença é que há um pouco mais de espeço entre as fileiras de poltronas.

Nosso ônibus saiu na hora marcada, às 6h45. Por volta das 10h00 paramos em um posto de revista de bagagens, tivemos todos que sair do ônibus com nossas bagagens de mão para fiscalização. Enquanto isso, os fiscais averiguavam nossas coisas no bagageiro do ônibus. Até um cão farejador entrou no ônibus em busca de drogas. Depois de uns 20 minutos, seguimos viagem. Chegamos ao terminal rodoviário nacional de Tacna às 13h00, resultando em 5 horas e 15 minutos de viagem. Fomos então encaminhados ao terminal internacional, que se encontra em frente ao nacional. Lá nos informamos sobre passagens para Calama, que é a cidade mais próxima de San Pedro de Atacama, cidade à qual queríamos ir. Como só havia passagens para às 22h30, resolvemos pegar um coletivo – carro no qual vão 5 passageiros e o motorista – para Arica, no Chile. Esse carro sai assim que lota de passageiros e o valor é de s/18,00/R$17,50 por pessoa. Como estávamos com muitas malas o motorista nos cobrou mais s/2,00/R$1,95 cada. Além disso, deve-se pagar a taxa rodoviária, que é de s/1,00/R$0,97 por pessoa. Partimos às 14h30 e 30 minutos depois já estávamos na fronteira, registramos nossa saída do Peru e depois nossa entrada no Chile, processo que durou 25 minutos. Depois de mais meia hora já estávamos em Arica. A viagem de coletivo compensa por ser muito mais rápida e a diferença entre o coletivo e o ônibus é de apenas s/6,00/R$5,80.

Às 16h00 já estávamos no terminal terrestre internacional de Arica. Como no Chile o fuso é diferente do que estávamos usando em todos os países anteriores, já eram 18h00 quando chegamos. O fuso do Chile, que está no horário de verão, está igual ao de Brasília, e 2 horas a mais do que estávamos acostumados a utilizar. Fomos para o terminal nacional, procuramos em diversas viações passagens para San Pedro de Atacama, mais todas já estavam com os ônibus lotados. Até que, para nossa sorte, achamos uma viação que ainda tinha algumas passagens, a Buses Atacama 2000. A passagem nos custou $15.000,00/US$31,40 (R$69,10) e sairia às 21h15, ou seja, teríamos que esperar 3 horas no terminal.

A moeda no Chile é o peso chileno ($) e a cotação que conseguimos foi de US$1,00 = $478,00. Não estamos mais trabalhando com real porque nossos reais acabaram e compensa mais realizar o câmbio com dólares. Só para informação, a cotação do real para peso chileno é de R$1,00 = $200,00 (perguntamos em uma casa de câmbio).

Aproveitamos que o terminal oferecia serviço de duchas, por $600,00/US$1,25 (R$2,75), e finalmente tomamos banho. Depois de quase 3 dias sem banho. A água era gelada, mas isso nem chegou perto de ser um empecilho. Tomamos banho um de cada vez, enquanto um estava no banheiro o outro cuidava das mochilas. Depois do banho fomos jantar no Rodo Bar, restaurante que se encontra dentro do terminal rodoviário. Pedimos um prato de frango e um de bife acompanhado de arroz, salsicha, tomate, batata e ovo fritos. O prato era muito grande e a comida muito boa. Comemos muito, um prato desse pode ser dividido facilmente por 2 pessoas. Quando terminamos de comer já estava na hora do embarque, fomos pagar a taxa rodoviária de $200,00/US$0,40 (R$0,90) e depois embarcamos. O ônibus era normal, possui 2 pisos, mas o inferior era somente o bagageiro. Às 21h15 estávamos partindo de Arica.

O problema dessa viagem não foi o frio, e sim o calor. Dentro do ônibus estava muito quente. Às 5h00 da manhã – do dia seguinte – paramos em outro ponto de revista de bagagens e tivemos que descer todos do ônibus, fazia muito frio do lado de fora. Quando voltamos a temperatura interna estava regulada e seguimos viagem. Às 7h00 chegamos em Calama, onde tivemos que descer do ônibus e esperar 1 hora para pegarmos outro ônibus da empresa para irmos até San Pedro.

Chegamos ao terminal rodoviário de San Pedro às 10h00. A cidade é muito pequena e fica no meio do Deserto de Atacama. Saímos então em busca de algum lugar para nos hospedarmos. Depois de passar em alguns hostels resolvemos ficar no Hostel Atacama, hostel que faz parte da rede Hostelling International. A diária não é das mais baratas, mas tudo aqui em San Pedro é caro, pois a cidade é totalmente voltada para o turismo. O valor da diária em um quarto privativo com banheiro compartilhado sai à $23.000,00/US$48,10 (R$105,80). Deixamos nossas coisas no quarto e saímos atrás de agências de viagens para comprarmos alguns passeios pelo deserto, que só podem ser realizados por conta se o turista estiver de carro.

A cidade é composta por hotéis, restaurantes, agências de viagens e lojas de souvenires. Trata-se de uma cidadezinha 100% turística. Depois de passar em algumas agências resolvemos fechar alguns pacotes com a agência que ficava bem em frente ao hostel, a Cumbres 6000, pois o preço era o melhor. Fechamos 3 passeios (1 a ser realizado na tarde desse dia e 2 no dia seguinte) por $40.000,00/US$83,70 (R$184,15) cada um de nós. Vendo que algumas agências ofereciam passeios ao Salar de Uyuni, na Bolívia, pegamos um mapa e vimos que era muito mais fácil se já fizéssemos esse passeio agora do que se esperássemos para quando chegássemos na Bolívia. A fronteira Chile/Bolívia é feita por San Pedro e o Salar de Uyuni. Dagoberto, agente de turismo da Cumbres 6000, nos indicou uma agência que fazia o passeio à Bolívia, a Colque Tours. Também pesquisamos em outras, mas essa era a mais econômica. O passeio de 4 dias e 3 noites incluindo hospedagem e alimentação nos custou $75.000,00/US$156,90 (R$345,20) cada um.

Às 12h30 fomos procurar um restaurante para almoçar, paramos no Tierra Todo Natural. Pedimos a promoção do menu com entrada, prato principal, sobremesa e bebida. De entrada pedimos croquete de arroz com salada, de prato principal eu Pedi salmão com batatas e o Fê bife com batatas, a sobremesa era torta de laranja e de bebida suco natural de pera. A comida era muito boa, mas o preço nem tanto.

Como nosso passeio só saía ás 16h00, fomos dar uma volta pela cidade, passamos pela Praça de Armas e pela Igreja San Pedro de Atacama, um dos poucos atrativos da cidade de San Pedro. Depois fomos até a viação Turbus para já garantir nossas passagens para Santiago no domingo (09/09). Pagamos $42.100,00/US$88,10 (R$193,80) cada um e compramos para às 19h00.

Fomos para o hostel e nos arrumamos para o passeio. Às 16h00 entramos na van e seguimos em direção ao 1° ponto do passeio, a Laguna Cejar. Nosso grupo era composto por 3 brasileiros, 2 chilenas e nós. Aliás, em San Pedro o que mais tem é brasileiro. Chegamos a Laguna Cejar depois de 30 minutos de viagem. A entrada na reserva custa $2.500,00/US$5,25(R$11,55) e para estudante é $1.500,00/US$3,15(R$6,95), por pessoa. O local tem uma beleza inigualável. Tiramos fotos e fomos encarar a lagoa. Na verdade, eram duas lagoas salgadas, porém em uma é proibido banhar-se. Entramos na outra lagoa. O clima não estava tão frio, mas a água da lagoa era muito gelada. Mesmo assim entramos. Estava meio desconfortável por causa da temperatura da água, mas vale muito a pena entrar para ter a sensação de boiar facilmente.

Quando saímos da água, o corpo fica todo branco, já que a água seca e o sal fica por toda a pele. Não é aconselhável molhar a cabeça nesta lagoa, pois a quantidade de sal é muito grande. Antes de entrarmos na van, o guia nos deu um banho rápido com água doce que ele levou.

Seguimos então para o próximo ponto, os Ojos de Salar. São duas crateras grandes formadas no chão do salar, que possuem água doce no seu interior. As fotos neste local ficam muito legais. É permitido nadar nas redondas lagoas, mas como já tínhamos sentido muito frio, nem nos arriscamos de novo. Turistas de outros grupos entraram em um dos “ojos”.

Entramos na van novamente e depois de uns 15 minutos estávamos na Laguna Tebenquinche, onde ficamos para ver o pôr do sol. O guia deu um copo de Piscosour para cada um do grupo. As cores das montanhas com a cor amarelada do sal iluminados pelo sol formam uma paisagem muito bonita. O reflexo das montanhas e do vulcão na lagoa também é muito lindo. Ficamos no local, tirando muitas fotos, até as 19h30. Depois voltamos para a cidade.

Chegando na cidade, fomos ao mercado e compramos macarrão, salsichas e molho para o jantar. No hostel, cozinhamos, comemos, tomamos banho e como estávamos muito cansados, dormimos.

Beijos!

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